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O componente ativo principal � uma droga chamada salvinorina A . � um diterpeno, sem nitrog�nio. Quase a maioria das drogas psicoativas contem ao menos um �tomo de nitrog�nio. Os compostos da Kava Kava (Piper methysticum) do Pac�fico s�o n�o-nitrogenados, como o THC da marijuana, mas n�o h� exce��es entre os psicod�licos e alucin�genos verdadeiros. Todos estes s�o alcal�ides, que, por defini��o contem nitrog�nio.

A salvinorina A tem uma estrutura qu�mica completamente diferente. � tamb�m completamente insol�vel em �gua. Logo, um problema que adiou sua descoberta � que se voc� simplesmente administrar as folhas da planta oralmente, pode n�o haver absor��o dos componentes ativos e portanto n�o haver� psicoatividade.
H� absor��o se as folhas estiverem primeiro emulsificadas. Os �ndios preparam Salvia divinorum pegando pares de folhas e rolando-as numa vasilha , em que eles chupam e mascam, ou fazendo uma infus�o em �gua agitando bastante para produzir uma espuma. Eles dizem que a for�a do preparado depende da consist�ncia da espuma. Presumivelmente, esta � uma emuls�o que converte a salvinorina A em uma forma absorv�vel.
-- B�SICO SOBRE SALVIA DIVINORUM --
Os efeitos da Salvia s�o completamente diferentes do �lcool; mas como o �lcool, prejudica a coordena��o.
NUNCA DIRIJA SOB INFLU�NCIA DA SALVIA � PODE SER FATAL!
De v�rias formas a Salvia divinorum � classificada por si mesma. Nenhuma outra erva ou droga � realmente parecida com a Salvia. Seria um engano compara-la com outras subst�ncias psicoativas. Ela � �nica em suas qualidades de erva vision�ria. A Salvia cont�m uma subst�ncia qu�mica chamada salvinorina A (na maioria das vezes apenas chamada de salvinorina). A salvinorina � respons�vel pelas altera��es da mente causadas pela Salvia. N�o � quimicamente relacionada com qualquer outra droga psicoativa. Infelizmente a maior parte dos componentes vision�rios n�o s�o alcal�ides. Embora a salvinorina seja extremamente forte. Doses de apenas algumas centenas de microgramas (milion�simo de grama) fazem efeito e doses acima de 1 miligrama (1/1000 de um grama) s�o muito fortes para a maioria das pessoas lidarem com isto confortavelmente. Pela sua extrema pot�ncia, a Salvinorina nunca dever ser usada sem que a dosagem seja medida com extrema exatid�o por uma balan�a qu�mica. Felizmente a folha de Salvia � centenas de vezes mais fraca que a salvinorina pura; conseq�entemente as folhas de Salvia podem ser usadas com maior seguran�a que a salvinorina pura. A folha de Salvia � fisicamente muito segura. Ela � muito suave para com o corpo. Ningu�m nunca morreu por overdose de Salvia. A Salvia n�o � um estimulante, nem sedativo, nem narc�tico, nem tranq�ilizante. Como muitos outros ente�genos, ela induz vis�es, ainda que sejam totalmente diferentes dos outros ente�genos. Dale Pendell em seu livro �Pharmako/Poeia, designa a Salvia divinorum para uma �nica classe farmacol�gica, que ele chama de �existentia�. Esse termo � uma alus�o � ilumina��o filos�fica provocada pela Salvia, fazendo-a brilhar na natureza da exist�ncia de si mesma. Daniel Siebert prop�s o termo �encant�geno��um neologismo que significa �a subst�ncia que produz encantamento�.
ATUAL STATUS DE LEGALIDADE (at� 26 de Janeiro de 2003)
A Salvia � legal em todo os EUA. Por mais que seja, em 23 de Janeiro de 2003, a cidade de St. Peter�s no Missouri decretou a proibi��o da venda para menores de 18 anos. A restri��o foi modelada de acordo com as leis para tabaco do estado. St. Peter�s � a primeira, e at� agora a �nica, cidade nos EUA a restringir a venda de Salvia divinorum. O �Salvia divinorum Research and Information Center�(Centro de Pesquisa e Informa��o Salvia Divinorum) sempre alerta os vendedores � n�o venderem Salvia a menores. A �The Sagewisdom Salvia Shop� sempre manteve esse pol�tica. N�s consideramos que essa proibi��o � respons�vel e apropriada.
Em outubro de 2002 um projeto de lei foi apresentado ao Congresso dos EUA propondo colocar a Salvia divinorum e a salvinorina A na lista 1 do Controle de Subst�ncias. O projeto passou por v�rios comit�s, mas nenhuma a��o foi tomada quanto a isso. Concluindo, o projeto foi abandonado com a dissolu��o do Congresso n�117 no fim de 2002. O autor do projeto, Joe Baca (democrata) da Calif�rnia, disse que est� considerando a re-introdu��o do projeto em alguma data futura. Para encontrar o que voc� pode fazer para manter essa preciosa erva legal para o uso de adultos respons�veis, por favor v� ao The Salvia divinorum Action Center que � do �The Center for Cognitive Liberty and Ethics� em http://www.cognitiveliberty.org/dll/salvia_divinorum_action_center.htm
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Salvia D. em flora��o
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-- EXPERI�NCIAS COM SALVIA: O QUE ESPERAR --
As experi�ncias com Salvia diferem do uso de outras drogas e ervas, e tem muitas vantagens:
� Voc� n�o pode ter overdose com folhas de Salvia;
� A Salvia n�o forma h�bito de uso;
� � legal na maior parte dos pa�ses;
� Seus efeitos s�o breves na dura��o, ent�o rapidamente voc� volta ao normal;
� Salvia raramente causa efeitos colaterais ou ressaca. Barulho e distra��o interferem na experi�ncia. Sob efeito de Salvia, assistir TV � nada mais que irritante; sentar em volta de uma fogueira de acampamento na floresta � maravilhoso. Devido a Salvia causar altera��o da percep��o e comportamento, nunca deve ser usada em ambiente p�blico�fazendo isso voc� estaria apenas chamando aten��o indesejada. Especialmente se voc� nunca tiver usado-a ou for usar uma prepara��o potente como um extrato, voc� deve ter um supervisor para voc� n�o fazer algo perigoso, como tocar em chamas de velas ou andar atrav�s de uma janela.
. Quando a Salvia � fumada os efeitos vem rapidamente, em menos de um minuto. Os efeitos s�o fortes apenas por 5-6 minutos, e ent�o rapidamente decaem em 20-30 minutos. Quando folhas s�o mascadas, os primeiros efeitos acontecem por volta de 15 minutos e gradualmente chegam ao pico por volta de 30 minutos ap�s a ingest�o. O pico dos efeitos dura de 30 minutos � uma hora, e ent�o gradualmente diminuem em 30 minutos a uma hora adicionais. Quando se usa um extrato colocado na boca, os efeitos come�am em 10-15 minutos e rapidamente desenvolvem o pico de 20-40 minutos. Os efeitos diminuem gradualmente de 30 minutos � uma hora adicionais.
Para estar seguro � importante n�o dirigir ou usar maquinaria at� uma hora ap�s a experi�ncia aparentar ter acabado. A maioria das pessoas n�o tem ressaca com Salvia; de qualquer modo, algumas pessoas relatam fraca dor de cabe�a. Se a Salvia � fumada, a fuma�a pode irritar seus pulm�es.
As experi�ncias com Salvia parecem ocorrer em n�veis.
A chamada escala S-A-L-V-I-A foi constru�da para quantificar os v�rios n�veis de efeitos produzidos pela salvia. Cada letra da palavra SALVIA indica um n�vel de efeitos. A escala descreve seis diferentes n�veis de intoxica��o, sendo um mais intenso que o que o precede. A intensidade dos efeitos � medida de acordo com o grau atingido na escala durante o curso da experi�ncia.
Escala de Grau de Experi�ncia com S-A-L-V-I-A
N�vel 1 - "S Aten��o para efeitos SUT�S". Uma sensa��o de que "algo" est� acontecendo, apesar de que � dif�cil dizer exatamente o que �. Relaxamento e aumento da aprecia��o sensual podem ser notados. Este suave n�vel � �til para medita��o e pode facilitar o prazer sexual.
N�vel 2 - "A Aten��o para percep��o ALTERADA�. Cores e texturas chamam a aten��o para si. Aprecia��o da m�sica pode ser encantante. O espa�o pode parecer com maior ou menor profundidade que o usual. Mas vis�es n�o ocorrem neste n�vel. O pensamento fica menos l�gico e mais alegre(ou divertido); dificuldades na mem�ria de curto prazo podem ser notadas.
N�vel - 3 "L Aten��o para estados vision�rios de Luz�.Visuais com olhos fechados (imagens claras com olhos fechados: padr�es de fractais, cor de vinho e padr�es geom�tricos). As imagens s�o geralmente em duas dimens�es. Se efeitos visuais ocorrerem, s�o usualmente vagos e passageiros. Neste n�vel fen�menos similares a fen�menos hipn�ticos acontecem, � o que algumas pessoas experenciam enquanto dormem. As vis�es s�o experienciadas como "eye candy" mas n�o s�o confundidas com a realidade.
N�vel 4 - "V Aten��o para V�vidos estados vision�rios�. Ocorrem complexas vis�es realistas em tr�s dimens�es. Algumas vezes vozes podem ser escutadas. De olhos abertos o contato com a realidade cotidiana n�o � inteiramente perdido, mas de olhos fechados voc� pode esquecer da realidade cotidiana e entrar num completo estado de cena de sonho. Jornadas xaman�sticas para outras terras, ex�ticas ou imagin�rias; encontros com a natureza(ess�ncia), entidades, esp�ritos ou viagens para outras �pocas podem ocorrer. Voc� pode at� viver a vida de outra pessoa. Neste n�vel voc� � completamente envolvido pelo mundo xam�. Ou se preferir voc� est� num "tempo de sonho". Com olhos fechados voc� experencia fantasias ("sonhos" acontecem com linha de hist�ria corrente). De olhos fechados voc� pode acreditar que os "sonhos" est�o realmente ocorrendo, o que � diferente das vis�es do n�vel 3.
N�vel 5 - "I Aten��o para exist�ncia IMATERIAL�. Neste n�vel resta alguma consci�ncia e alguns processos ainda permanecem l�cidos, mas o indiv�duo envolve-se completamente numa experi�ncia secreta e perde-se todo o contato com a realidade cotidiana. A individualidade pode ser perdida, experi�ncias de fundir-se com Deus/divindade, mente, consci�ncia universal ou bizarras fus�es com outros objetos reais ou imaginados, fundir-se com a parede, por exemplo, pode ser experienciado. Neste n�vel � imposs�vel interagir com a realidade cotidiana, mas infelizmente algumas pessoas n�o permanecem paradas nesse confuso estado. Por isso um supervisor � essencial para garantir a seguran�a de algu�m viajando pelos n�veis secretos. Para uma pessoa experienciando isto, o fen�meno pode ser terr�vel ou extraordinariamente agrad�vel; mas para um observador externo o indiv�duo pode parecer confuso ou desorientado.
N�vel 6 � �A Aten��o para efeitos AMN�SICOS.� Neste est�gio a consci�ncia � perdida; ou no m�nimo o indiv�duo n�o estar� capaz de lembrar o que estava experienciando. O indiv�duo pode cair, ficar im�vel ou chocar-se com as coisas ao redor; comportamento son�mbulo pode ocorrer; machucados podem ocorrer sem sentir dor; ao voltar a si o indiv�duo n�o ter� recorda��o do que fez, experienciou ou disse. As pessoas nunca tem lembran�a do que experienciaram neste profundissimo estado de transe. Este n�o � um estado muito procurado(desej�vel) j� que nada pode ser lembrado da experi�ncia.
-- M�TODOS DE USO --
-- M�TODOS MODERNOS --
M�TODO DE FUMO:
Fumos podem ser feitos tanto com folhas frescas quanto secas. Os feitos de folhas secas s�o menos amargos. Para fazer um fumo de folhas secas, pese 2-8 gramas de folhas secas. Uma balan�a de precis�o para grama � suficiente e pode ser comprada por menos de US$50. Se voc� n�o tiver uma balan�a conte de 8 � 28 grandes folhas secas, v�lido tamb�m para folhas frescas. Coloque as folhas numa pequena vasilha de �gua fria por 10 minutos. Uma vez que as folhas estiverem molhadas ap�s ficarem de molho por 10 minutos, remova-as da �gua, retire o excesso de �gua, ent�o enrole-as transformando em fumo. Algumas pessoas pulam este passo quando est�o com pressa, mas mastigar fr�geis folhas secas pode ser desagrad�vel. Se voc� quiser, pode ado�ar com a��car, mel, extrato de �stevia� ou algum ado�ante artificial como Equal�. Isso far� com que seja menos amargo logo mais prazeroso mascar.
O efeito do fumo de Salvia pode provavelmente ser aumentado se a boca for limpa de uma maneira espec�fica para aumentar absor��o da salvinorina. Para isto voc� precisa de uma escova de dentes e um anti-s�ptico como Cool Mint Listerine�, ou qualquer outro que contenha �lcool/mentol. Levemente escove toda a �rea da boca, incluindo o tecido abaixo da l�ngua e parte de cima da l�ngua, isso remover� as c�lulas mortas. N�o escove forte pois pode sangrar. Ent�o use o anti-s�ptico bucal por no m�nimo 30 segundos. Assegure-se de que o anti-s�ptico vai passar por toda sua boca, incluindo embaixo da l�ngua, ent�o cuspa-o e enx�g�e a boca com �gua. Voc� experienciar� efeitos muito fracos durante os primeiros 12-15 minutos de mastiga��o, n�o se iluda com isto. Os efeitos fortes s�o sentidos usualmente em 30 minutos( que � o tempo que voc� leva para mastigar o fumo). Os efeitos continuar�o fortes por aproximadamente 30-60 minutos mais, ent�o come�ar�o a decair. A experi�ncia toda raramente � maior que uma hora e meia, mas isso pode variar.
FUMANDO:
O extrato potencializado de folhas pode ser fumado tamb�m. Ele pode ser muito forte, portanto voc� s� deve fuma-lo com a presen�a de um supervisor. � poss�vel vaporizar as folhas ou extrato em um vaporizador especial que aquece o material sem queima-lo. A vaporiza��o pode ser enganosa, por que alguma pouca fuma�a � produzida; � poss�vel inalar uma grande quantidade sem usar este m�todo. Qualquer um que for experimentar a vaporiza��o absolutamente DEVE ter um supervisor presente, muitos vaporizadores comerciais feitos para a Cannabis n�o funcionar�o com Salvia. Vaporizadores especiais para Salvia podem ser constru�dos facilmente, mas a vaporiza��o n�o � para iniciantes com a Salvia.
Vaporiza��o de salvinorina pura � poss�vel, mas definitivamente n�o � para iniciantes. A menos que a dose seja medida com alta precis�o, isso � muito perigoso, � muito f�cil vaporizar uma dose muito alta. Para estar seguro, a vaporiza��o da salvinorina requer a pesagem da dose numa balan�a qu�mica de alta precis�o, capaz de pesar em microgramas (milion�simo de um grama). As balan�as anal�ticas custam por volta de US$1000. Mas agora existem doses padronizadas de salvinorina em folhas, usando desta maneira � poss�vel precisamente saber o quanto se inala. Isso concede � algu�m experimentar a salvinorina sem ter que comprar uma balan�a, reduzindo assim o risco de overdose. Agora existe comercialmente encontrada o extrato de Salvia l�quido(tintura). Ele foi transformado em produto comercial por Daniel Siebert como �Sage Goddess Emerald Essence�." Esse extrato-fluido de Salvia divinorum � para ser mantido na boca at� a salvinorina contida ser absorvida. Embora seja para se usado n�o dilu�do, ele irrita muito a boca desta forma. A quantidade de �lcool nesse extrato n�o � suficiente para produzir intoxica��o, o efeito do extrato � da Salvia, n�o por exemplo, de �whiskey�. O �lcool contido nesse extrato serve como solvente. A tintura(extrato l�quido) vem em dois vidros, um para a tintura e outro para �gua quente, al�m de vir com instru��es detalhadas de uso e dosagem apropriada. Um simples m�todo de uso deste extrato � colocar a dose medida em um pequeno copo, adicionar aproximadamente a mesma quantidade de �gua e aquecer a mesma temperatura que caf�, por exemplo. Imediatamente ap�s misturar a �gua e o extrato coloque na boca e segure sem engolir. Mantenha sua l�ngua levantada, para deixar o tecido sublingual absorver a salvinorina. Isso significa que voc� deve manter o l�quido na sua boca at� chegar aos efeitos desejados ou at� 30 minutos passarem. Ent�o engula ou cuspa o l�quido, assim como voc� quiser.
QUAL M�TODO � MELHOR?
SUPERVISORES E SEGURAN�A - QUANDO VOC� PRECISA DE UM SUPERVISOR
AS REGRAS DO SUPERVISOR
O segundo trabalho do supervisor � tranq�ilizar. Apenas repetindo explica��es voc� pode ajudar em caso de medo, por exemplo �Voc� est� seguro, eu n�o vou deixar nada te prejudicar.� �Voc� est� apenas tendo uma m� experi�ncia, voc� melhorar� em alguns minutos�. �Seu nome �______�, �Eu sou seu amigo_________�. Se falar n�o for suficiente, fique em sil�ncio. O sil�ncio muitas vezes amea�a menos a pessoa tentando decifrar o que o supervisor disse.
O terceiro trabalho do supervisor � ajudar a pessoa a lembrar os detalhes da experi�ncia, existem algumas maneiras para isto. Use um caderno e anote as a��es da pessoa, depois voc� poder� perguntar. Isso pode ajudar a pessoa a lembrar o que experienciou. Outra t�cnica �: se a pessoa n�o estiver muito distante e consiga falar, voc� pode perguntar �O que voc� est� experienciando agora?� Um caderno ou um gravador pode ser usado para ter as respostas acess�veis. Algumas pessoas preferir�o que voc� fique em sil�ncio e n�o grave nada, pergunte sobre isso para a pessoa antes da experi�ncia come�ar.
O MECANISMO NEUROL�GICO DE A��O DA SALVINORINA A
� NUNCA USE SALVIA COM FACILIDADE DE ENCONTRAR OBJETOS COMO ARMAS, FACAS OU OUTROS TIPOS PERIGOSOS; � NUNCA DIRIJA QUANDO USAR SALVIA;
� Escolha cuidadosamente a hora e o local da experi�ncia. Privacidade e seguran�a s�o essenciais. Esteja muito atento a condi��es como alturas e chamas acessas. N�o use Salvia quando voc� puder ser interrompido por telefone, visitas, animais, crian�as e etc. Desligue seu telefone e coloque sua secret�ria eletr�nica no modo silencioso. Voc� poder� retornar as liga��es em algumas horas, quando estiver s�brio;
� Tenha cuidado na quantidade que vai usar e com vai usar;
� Ap�s todo o material para fumar estiver seguro, deite-se na cama, sof� ou tapete. Voc� estar� muito mais seguro deitado, pois n�o h� obst�culos. Permane�a parado pelo resto da experi�ncia. Os efeitos vision�rios s�o melhores percebidos de olhos fechados;
� Tenha um supervisor, isso � especialmente importante se voc� � novato com a Salvia, est� tomando dose alta, fumando extrato ou usando um sistema muito forte de vaporiza��o;
� Seja volunt�rio para supervisionar experi�ncias de outras pessoas;
� Se voc� tem algum problema psicol�gico, n�o use Salvia sem primeiramente discutir isto com seu terapeuta ou m�dico;
� Pratique e encoraje o uso respons�vel, n�o d� Salvia para menores, pessoas violentas ou inst�veis ou para estranhos. Saiba para quem voc� est� dando Salvia e pergunte o por que de quererem usar. Por que procurar por problemas?
� Nunca use Salvia enquanto trabalha ou em p�blico. Mantenha a privacidade. Salvia n�o � para shows ou raves. N�o � tamb�m para festas barulhentas. O melhor � usar em um lugar privado quieto, seguro, na companhia de alguns bons amigos;
� Misturar Salvia com outras drogas ou grandes quantidades de �lcool pode causar comportamento fora de controle ou experi�ncias terr�veis. Misturar Salvia com outras drogas � uma op��o somente para usu�rios experientes, nunca para iniciantes, e certamente misturar � mais arriscado do usar somente a Salvia. Por enquanto n�o h� estudos cient�ficos da intera��o da Salvia com qualquer outra droga;
� Seja extremamente cuidadoso com chamas(velas isqueiros, fogo, etc)
� Seja muito cuidadoso ao usar extratos e folhas vaporizados ou ao fumar extrato potencializado. Isso requer um supervisor. Mascar fumo ou fumar folhas � muito menos prov�vel de que hajam rea��es de descontrole;
� Nunca use salvinorina pura, a menos que tenha pesado a dose com uma balan�a ultra-apurada que pode medir em microgramas. Mesmo que voc� siga estes requisitos, voc� ainda precisar� de um supervisor.
Estudo que al�m de comparar os efeitos do LSD e da Salvia divinorum possue muitos dados interessantes.
( clique com o bot�o da direita do seu mouse e selecione - salvar destino como...)