COMO É O “MIOLO” DA TERRA?

É UMA MASSA PASTOSA E MAIS AO CENTRO MATERIAL

FUNDIDO EM EBULIÇÃO

A TERRA, OS CONTINENTES,AS PLACAS TECTÔNICAS E O “DILÚVIO”

 

 

A CROSTA DA TERRA, MAIS ENDURECIDA, QUEBRA QUANDO SE MOVIMENTA NO SUPERFÍCIE PASTOSA; AO SE MOVIMENTAR PROVOCA O SURGIMENTO DE MONTANHAS E DE FENDAS NA SUPERFÍCIE DO PLANETA. pOR OUTRO LADO AS PRESSÕES INTERNAS DESSA MATÉRIA FUNDIDA SOBEM PARA A SUPERFÍCIE PELAS FENDAS E PELOS VULCÕES.

 

A SUPERFÍCIE DA TERRA É COMO UMA CAMADA LEVEMENTE ENDURECIDA DE MINGAU BOIANDO NO RESTANTE DO MINGAU QUENTE E MOLE

 

OBSERVE-SE QUE O MOVIMENTO DO CONTINENTE SUL AMERICANO PARA O OESTE PROVOCOU O SURGIMENTO DAS MONTANHAS DOS ANDES, VOCÊ PODE OBSERVAR UM FATO SEMELHANTE QUANDO PASSA UMA PLAINA SOBRE UM PEDAÇO DE MADEIRA, A MADEIRA RASPADA SOBE.

OS VULCÕES FUNCIONAM COMO CHAMINÉS DO CENTRO DA TERRA.

A LAVA VULCÂNICA VAI FORMANDO NOVAS TERRAS E NOVAS ILHAS

 

Os princípios gerais da teoria das placas tectônicas pode ser estabelecido da seguinte forma: A superfície da terra consiste em um mosaico de placas rígidas cada uma delas se movendo em relação as placas vizinhas. Com esse movimento ocorrem deformações nas placas por movimentos horizontais: Em extensão ( pelo movimento de separação), Falhas ou trincas  com elevações e vales ao longo desses falhas e compressão, com os movimentos de uma placa sobre outra. Ocorrem desses movimentos o surgimento de montanhas pois a compressão de uma placa sobre outra provoca o enrugamento e a elevação da superfície.

AS GRANDES FENDAS NA TERRA

 A fenda de Santo Andre sobre a planície de Carrizo na Califórnia fotografada do ar. Um vale linear surgiu ao longo da rachadura principal da fenda.

 

 

A GRANDE FENDA AFRICANA INICIA-SE NO NORTE DE ISRAEL E CONTINUA ATÉ OS LAGOS DA ÁFRICA

OBSERVE A GRANDE “TRINCA” LOCALIZADA DENTRO DA MARCA AZUL, É A GRANDE FENDA AFRICANA .

 

Hebron, Belém e Jerusalém realmente compõe o principal eixo da região. A terra de Israel, dos dois lados do Jordão, é caracterizada geologicamente pela grande fenda africana. – O vale do Jordão – e com montanhas na direção norte-sul com um pequeno desvio para nordeste. O Monte Hebron é a pico mais ao sul.

http://www.thehope.org/toreng5.htm

 O vale da grande fenda africana, é uma enorme cicatriz na crosta da terra de norte a sul através do leste do continente africano. Ela é uma enorme depressão e a região é caracterizada  por vulcões extintos ou inativos alternando-se com lagos tectonicos.

Desde Turkana na fronteira norte do Kenia até Natron na tanzania, a fenda a fenda se compõe de uma linha de pequenos lagos: Baringo, Bogoria, Nakuru, Elmentaita, Naivasha and Magadi.

O Grande planalto central é dividido pela fenda em duas partes.

As terras altas do leste são dominadas pelo monte Kenia o mais alto da região com picos de até 5.199 metros.

 

 A ESQUERDA FOTO DO MAR MORTO E AS PLACAS DE SAL;  A DIREITA AS ESTATUAS DE SAL FORMADAS NO MAR MORTO

 Antes de 1960, a maioria dos geólogos admitiam que os continentes eram estacionários. Um pequeno número promovia a noção de que os continentes se moveram, mas eles eram acusados pela maioria sob a alegação de que eram pseudo cientistas e de crer em fantasias. Atualmente essa opinião se reverteu- A teoria das placas tectônicas incorporada ao movimento dos continentes é a teoria aceita. É interessante que um creacionista, Antonio Snider, já em 1859 havia proposto o movimento horizontal catastrófico dos continentes durante o “diluvio” descrito em Genesis. O que está escrito em Genesis 1:9-10 implicava em uma única massa de terra circundada de água.

Uma Evidência Bíblica indica que os continentes se se separaram no passado.

Acredita-se num movimento atual dos continentes a taxa de 0.78 - 5.9 polegadas [1.9811999999999998 a 14.985999999999998 centímetros]. E  se essa taxa for aplicada para traz por ano? O presente é realmente a chave do passado conforme os uniformistas proclamam? Tal extrapolação significaria que uma bacia do oceano ou montanha levariam aproximadamente 100 milhões de anos.

A Bíblia não fala claramente sobre o movimento dos continentes, mas afirma que os continentes estiveram juntos no passado ( genesis 1:9-10).

O Dr. John Baumgardner, trabalhando nos  Laboratórios Nacionais Los Alamos (Novo México), usou um supercomputador para modelar processos no crosta terrestre para  mostrar como o movimento das

placas Tectônicas espontaneamente e muito rapidamente. Este conceito é conhecido como movimento catastrófico das placas tectônicas.

 

O modelo proposto por Baumgardner começa com um super-continente existente antes do dilúvio (Gênese 1:9) O processo começa com o chão do oceano frio e denso que começa a afundar no manto mais macio, menos denso abaixo. A fricção deste movimento gera calor, especialmente ao redor das extremidades que amolecem o material do manto adjacente fazendo-o menos resistente para o afundamento do solo do oceano.

 As extremidades afundam mais rapidamente, O Movimento mais rápido cria mais fricção e aquece no manto circunvizinho, enquanto vai reduzindo sua resistência mais adiante e assim o chão do oceano se move mais rápido, esse afundamento teria criado tensões no super continente o qual se quebraria e em pedaços e se moveriam muito rapidamente separando-se uns dos outros.

O vapor super-aquecido subiria ao longo dos centros de propagação de calor (as fontes do abismo Genesis 7:11 e  8-2).  Este vapor se dispersaria e se condensaria na atmosfera para cair como grandes chuvas globais ( Genesis 7:11) Isto poderia responder pela chuva que persiste durante 40 dias e 40 noites (Gênese 7:12).

Esses fenômenos provocariam uma maré alta  que causaria uma grande imundação das superfícies continentais  e tornando possível os testemunhos atuais de grandes depósitos em lugares muito altos dos continentes. O gran canion ( nos Estados Unidos)  e os fosseis no nordeste brasileiro  nos dão uma visão muito clara do fenômeno, tais fatos não podem ter acontecido lenta e gradualmente e só poderiam ocorrer repentinamente.

A descrição de como isso aconteceu  podemos ler em Salmos 104:6-7 onde se descreve  a redução das águas as quais estavam acima das montanhas. O verso 8 diz: “Subindo as montanhas e descendo os vales” O que nos mostra um movimento vertical da terra e as forças tectônicas operando.
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