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Vilas Boas - página 2
Rastros dos Vilas Boas... pela história
Aqui, trata-se da localidade, e não da família


Procede a família dos Machados, uma das mais antigas de Portugal, de D. MoninhoViegas, o Gasco, casado com D. Valida Trocosendes, filha de D. Trocosendo Guedes, de quem teve a D. Egas Monis, o Gasco, fundador do mosteiro de Curujães, que se recebeu com D. Toda Hermigues, filha de D. Hermígio Alboazar. Deste casamento nasceu D. Moninho Viegas, que fundou o mosteiro de S. João de Alpenduraba e se consorciou com D. Unisca Viegas, filha de D. Egas Mendes e de sua mulher, D. Eurica Trastamires, de quem houve a D. Egas Moniz, que doou várias terras ao mosteiro de Paço de Sousa. Este viveu nos reinados de D. Fernando, o Magno, e D. Afonso VI de Leão e contraiu matrimônio com D. Dordia Odoriz, filha de D. Odorico Espanhol, senhor de roças, nascendo do casamento D. Moninho Viegas, governador de terra de Arouca pelos anos de 1092, que serviu o conde D. Henrique e doou uma herdade no ano de 1128 ao mosteiro de Pedroso. Foi pai de D. Mendo Moniz, que por ter sua casa no lugar de Gandarei, junto do rio Douro, se apelidou do mesmo.
Viveu no tempo do rei D. Afonso Henriques, sendo cavaleiro valoroso, governou a ala esquerda na batalha do campo de Ourique e pretendem alguns genealogistas que ele e seus filhos, Pedro Mendes e Nuno Mendes de Gandarei, na tomada de Santarém aos Mouros, efetuada em15.03.1147, foram os primeiros a entrar no castelo, cujas portas arrombaram com machados. Foi rico-homem de D. Afonso Henriques e seu guarda-mor. Fez povoar por seu filho D. Roberto Mendes de Gandarei o lugar de Alões, ao qual, com sua mulher, deu foral, assim como também o deram ao lugar de Aveloso, que povoaram na freguesia de Tendais, ao lugar de Vilas Boas no ano de 1122 e à vila de Graleira no ano de 1144. Teve por honra as vilas de Vilar Mediano, de Ramires, e de Vale de Pagas e possuía o casal de Vila Boa, também honrado. Do seu casamento com D. Cristina Gonçalves teve D. Pedro Mendes de Gandarei, que sucedeu ao pai no senhorio da quinta de Gandarei, vivendo nos reinados de D. Afonso Henriques e D. Sancho I. Acompanhou seu pai em várias empresas, uma das quais se referiu acima. Casou com D. Elvira Martins de Nomães, filha de D. Martins Gonçalves de Nomães, de quem não teve geração, passando a segundas núpcias com outra D. Elvira Martins, filha de D. Martim Fernandes de Riba de Vizela, da qual houve, entre outros e por filho segundo Martim Pires, por alcunha o Machado, alusão ao feito do avô e do pai. Viveu no tempo de D. Afonso II e na doação deste soberano aos frades da Ordem de S. Bento, feita no ano de 1249, assinou como testemunha. Recebeu-se com D. Maria Pires Moniz, filha de Pedro Moniz, neto paterno de D. Maria Moniz, manceba do rei D. Sancho I, a qual era filha de D. Moninho Osores e de sua mulher, D. Maria Nunes, de cujo matrimônio houve filhos com o apelido de Machado, um dos quais, Martim Martins Machado, foi o continuador da linhagem. Manuel de Sousa da Silva, autorizado linhagista, escreveu estes versos: "Em Lanhoso está fundado /O solar nobre em Geraz/donde a origem traz/A família dos Machados / Assim no presente o faz". O ilustre poeta Francisco de Sá de Miranda dedicou aos Machados esta quintilha: "Se nove torres tiveram/ que guardavam três machados/com dois mais bem vos pagaram, /pois torres noves entrarão / Martins com os quatro criados".
Brasão da família Vilas Boas

Por volta de 1830  quatro irmãos Vilas Boas chegaram ao Brasil, descendo pela Bahia até São Paulo. Lá, ganharam as posses das terras na região de Santa Cruz do Rio Pardo.
o brasão da família possui dois castelos de portas abertas e dois dragoes eo foi ganho por Diogo Fernandez De Vilas Boas, depois que ele tomou o castelo de Penafiel dos mouros.
Os Vilas Boas da região de Casa Branca vieram de Nepomuceno, São João Del Rey e Lavras. Foram encontrados mais de 300 Vilas Boas dessas regiões. Os mais antigos são:
João Gerônimo Villas Bôas, proveniente de Barcelos, Portugal, e casado em 01/12/1764, em São João Del Rey.
João de Abreu Villas Bôas, proveniente de Braga, Portugal, e casado em 02/05/1763 em Arcângelo - MG.
João Villas Bôas, que viveu na região de Congonhas - MG, por volta de 1760.
Todos eles tiveram numerosa prole.

A avó de um colaborador, portuguesa de Galegos, Barcellos, contou que na época daSegunda Guerra seu esposo escapou de ser convocado por influência do Conde de Vilas Boas, tio-avô de dela, Julia Gonçalves de Vilas Boas.
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