ESTUDOS BÍBLICOS
NISTO CREMOS!

MINISTÉRIO DE CRISTO NO SANTUÁRIO CELESTIAL E SEGUNDO ADVENTO

ESTUDOS
O Batismo e a Ceia
O Bode Emissário
O Grande Conflito
Os Dois Concertos
Sábados Cerimoniais
Sábado para o Domingo
Salvação

A Segunda Vinda de Cristo. As palavras finais da Bíblia asseguram que o retorno ocorrerá em breve: "Certamente venho sem demora." E João, o revelador, o leal companheiro de Jesus, acrescenta: "Amém. Vem, Senhor Jesus" (Apocalipse 22:20). Contemplar a Jesus! Unir-se a Ele para sempre, a Ele que nos ama infinitamente mais do que podemos imaginar! Receber o fim de todo sofrimento terrestre! Desfrutar da eternidade com os amados ressurretos, os quais agora dormem! Não admira que desde a ascensão de Cristo os Seus amigos tenham contemplado o futuro na expectativa deste dia. Um dia Ele virá, ainda que até mesmo para os santos a Sua vinda constitua uma irresistível surpresa - pois todos tiram sua soneca ou dormem durante a longa espera (Mateus 25:5). À "meia-noite", na hora mais escura da Terra, Deus manifestará Seu poder ao libertar Seu povo. As Escrituras assim descrevem os eventos: "Grande voz" procede "do santuário", do lado do trono, dizendo: "Feito Está!" Esta voz sacode a Terra, causando tão "grande terremoto como nunca houve igual desde que há gente sobre a Terra" (Apocalipse 16:17 e 18). As montanhas tremem, rochas são lançadas em todas as direções, e toda a Terra tem suas camadas deslocadas como as ondas do oceano. Sua superfície se rompe e "caíram as cidades das nações... Toda ilha fugiu, e os montes não foram achados" (versos 19 e 20). "O céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e ilhas foram movidos de seus lugares" (Apocalipse 6:14).

 

A despeito do caos que se está manifestando no mundo físico, o povo de Deus toma coragem quando vê "o sinal do Filho do homem" (Mateus 24:30). Enquanto Ele desce sobre as nuvens do céu, todos os olhos vêem o Príncipe da Vida. Nessa oportunidade Ele vem, não como homem de dores, mas como vitorioso conquistador que reclama o que é Seu. Em lugar de coroas de espinhos, Sua cabeça sustenta uma gloriosa coroa, e "tem no Seu manto, e na Sua coxa, um nome inscrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Apocalipse 19:12 e 16). Em Sua vinda, grande desespero atingi aqueles que se recusaram a reconhecer Jesus como Salvador e Senhor, e rejeitaram as exigências de Sua lei durante a existência. Nada torna tão claro aos transgressores sua culpa quanto aquela voz que tão pacientemente insistiu: "... convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que haveis de morrer?" (Ezequiel 33:11).

  • "Os reis da Terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos, e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono, e da ira do Cordeiro, porque chegou o grande dia da ira dEles; e quem é que pode suster-se?" (Apocalipse 6:15 a 17).

Mas o gozo daqueles que durante muito tempo aguardavam esse dia, sobrepuja o desespero dos ímpios. A vinda do Redentor traz a seu glorioso clímax a história do povo de Deus; é este o seu momento de libertação. Com vibrante adoração eles exclamam: "Eis que este é o nosso Deus, em quem aguardávamos: na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos" (Isaías 25:9). À medida que Jesus Se aproxima, chama Seus santos adormecidos de suas sepulturas e comissiona os anjos a reunir "os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus" (Mateus 24:31). Em todo mundo, os justos mortos ouvem a Sua voz e se erguem de seus sepulcros - oh, feliz momento! Então os justos vivos são transformados "num momento, num abrir e fechar de olhos" (I Coríntios 15:52). Glorificados e sendo agora portadores da imortalidade, junto com os justos ressuscitados, são os santos erguidos aos ares, para o encontro com seu Senhor, com O qual permanecerão para sempre (I Tessalonicenses 4:16 e 17).

 

A Certeza do Retorno de Cristo. Os apóstolos e os cristãos primitivos consideravam o retorno de Cristo como a "bendita esperança" (Tito 2:13; Hebreus 9:28). Esperavam que todas as promessas e profecias das Escrituras se cumprissem por ocasião do Segundo Advento (II Pedro 3:13; Isaías 65:17), pois esse é o próprio alvo da peregrinação cristã. Todo que ama a Cristo olha ansiosamente em direção ao futuro, ao dia em que estará apto a compartilhar em comunhão face a face - com Ele, com o Pai, com o Espírito Santo e com os anjos. 

  • O Testemunho das Escrituras

A certeza do Segundo Advento encontra suas raízes na confiabilidade das Escrituras. Pouco antes de Sua morte, Jesus explicou aos discípulos que estaria retornando para junto do Pai a fim de preparar-lhes lugar. Mas Ele também prometeu: "Virei outras vez" (João 14:3). Assim como a primeira vinda de Cristo à Terra fora profetizada, também a Sua segunda vinda é antecipada pelas Escrituras. Mesmo antes do Dilúvio, Deus contou a Noé que seria a vinda de Cristo em glória o evento que poria fim ao pecado. Ele profetizou "Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram, e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele" (Judas 14 e 15). Mil anos antes de Cristo, o salmista falou da vinda do Senhor para reunir o Seu povo, dizendo: "Vem o nosso Deus, e não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao Seu redor esbraveja grande tormenta. Intima os Céus lá em cima, e a Terra, para julgar o Seu povo. 'Congregai os Meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios'" (Salmo 50:3 a 5). Os discípulos de Cristo se regozijaram na promessa de Seu retorno. Em maio às dificuldades que encontravam, a certeza dessa promessa sempre permitiu a renovação de sua coragem e força. O mestre voltaria a fim de levá-los para a casa do Pai!

  • A Garantia Representada Pela Primeira Vinda.

A segunda vinda acha-se intimamente vinculada à primeira vinda de Cristo. Se Ele não houvesse vindo pela primeira vez e obtido vitória decisiva sobre o pecado e Satanás (Colossenses 2:15), não haveria razão para crer que algum dia voltará e porá fim ao domínio de Satanás sobre este mundo, restaurando-o à perfeição original. Uma vez, porém, que Ele apareceu "para aniquilar pelo sacrifício de Si mesmo o pecado", temos também razões para crer que Ele "aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para salvação" (Hebreus 9:26 e 28).

  • O Ministério Celestial de Cristo.

A revelação de Cristo a João torna claro que o santuário celestial é o centro do plano da salvação.

Apoc. 1:12 e 13

Apoc. 3:12

Apoc. 4:1 a 5

Apoc. 5:8

Apoc. 7:15

Apoc. 8:3

Apoc. 11:1 e 19

Apoc. 14:15 e 17

Apoc. 15:5,6 e 8 

Apoc. 16:1 e 17

As profecias indicadoras de que Ele já iniciou Seu ministério final em favor dos pecadores, acrescentam à certeza de que Ele em breve retornará a fim de levar Seu povo para o lar. A confiança em que Cristo está operando ativamente no sentido de consumar a redenção já alcançada na cruz, tem trazido grande encorajamento aos cristãos que contemplam o horizonte à espera de Seu retorno.

 

 

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