|
Aumento
da Iniqüidade.
O declínio espiritual no seio do cristianismo e o reavivamento do
homem da iniqüidade têm conduzido a crescente negligência da Lei
de Deus na igreja e na vida dos crentes. Muitos têm chegado a crer
que Deus aboliu a Sua lei e que os cristãos não mais se encontram
sob a obrigação de observá-la. Esse desrespeito à Lei de Deus
tem levado a grande aumento dos crimes e do comportamento imoral.
1.
Rápido aumento dos crimes.
O desrespeito à Lei de Deus que é corrente em vastos arraiais
cristãos tem contribuído para o desprezo que a moderna sociedade
vota à lei e à ordem. Em todo o mundo, o crime acha-se
explosivamente fora de controle. Um relatório preenchido pelos
correspondentes de várias capitais mundiais declara: "Tal como
nos Estados Unidos, o crime acha-se em ascensão em praticamente
todos os países do mundo." "De Londres a Moscou e
Johannesburgo, o crime está se tornando rapidamente a maior ameaça,
levando à alteração do modo de vida das pessoas."
2.
Revolução sexual.
A desconsideração para com a Lei de Deus também lançou por terra
os parâmetros da modéstia e da pureza, resultando numa explosão
de imoralidade. Hoje, é o sexo idolatrado e comercializado através
de filmes, televisão, vídeo, músicas, revistas e propagandas. A
revolução sexual resultou num espantoso incremento da taxa de divórcios,
aberrações como "casamento aberto" ou compartilhamento
de parceiros, abuso sexual de crianças, apavorante número de
abortos, homossexualidade e lesbianismo generalizados, epidemias de
doenças venéreas, e a recentemente surgida AIDS (síndrome da
imuno-deficiência adquirida).
Jesus
apresentou ainda o seguinte quadro, que ocorreria antes de Sua
volta: "Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra
reino; haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários
lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu"
(Lucas 21:10 e 11; Marcos 13:7 e 8; Mateus 24:7). À medida que o
fim se aproxima e se intensifica o conflito entre as forças divinas
e as satânicas, essas calamidades também se tornarão mais severas
e freqüentes, o que hoje pode ser visto como nunca dantes.
1.
Guerras.
Embora as guerras sempre tenham desgraçado a humanidade, nunca
dantes na História foram elas tão globais e destrutivas. As duas
guerras mundiais causaram maior número de baixas e sofrimentos do
que todas as guerras anteriores combinadas.
Muitos
vêem hoje a perspectiva de um novo conflito de extensão mundial. A
Segunda Guerra Mundial não erradicou as guerras. Desde então,
ocorreram cerca de "140 conflitos desenvolvidos com armas
convencionais, nos quais cerca de 10 milhões de pessoas
morreram". A ameaça de uma guerra termonuclear de extensão
todo-abrangente pesa sobre nossas cabeças como uma espada de Dâmocles.
2.
Desastres naturais.
Parece que os desastres sofreram acentuado aumento nos anos
recentes. Cataclismas atuais da terra e da atmosfera, sobrepondo-se
um a outro, têm levado alguns a perguntar-se se a Natureza perdeu o
controlo - e se o mundo está experimentando alterações climáticas
e estruturais profundas, as quais se intensificarão no futuro.
3.
Fomes.
Fomes ocorreram muitas vezes no passado, mas nunca haviam se
manifestado na escala presenciada durante o presente século. Nunca
dantes tivera o mundo milhões de pessoas sofrendo tanto de inanição
quanto de subnutrição. As perspectivas futuras não parecem mais
de boas novas. A extensão sem precedentes da inanição assinala
claramente que o retorno de Cristo é iminente.
Preparados
Todo o Tempo. A
Bíblia assegura repetidamente que Jesus retornará. Mas, será que
Ele virá daqui a um ano? Cinco anos? Dez? Vinte anos? Ninguém sabe
ao certo. O próprio Jesus declarou: "A respeito daquele dia e
hora ninguém sabe... senão somente o Pai (Mateus 24:36). Próximo
ao final de Seu ministério terrestre, Cristo contou a parábola das
dez virgens a fim de ilustrar a experiência da Igreja neste últimos
dias. As duas classes de virgens representam duas espécies de
crentes que professam estar aguardando o seu Senhor. São chamados
de virgens porque professam fé pura. Suas lâmpadas representam a
Palavra de Deus, e o óleo representa o Espírito Santo.
Superficialmente,
ambos os grupos parecem iguais; ambos saem para encontrar o noivo,
ambos possuem óleo em suas lâmpadas, e sua conduta não aparenta
diferenças. Todos eles ouviram a mensagem do breve retorno de
Cristo e aguardam a sua ocorrência. Mas quando acontece uma
aparente demora - então a fé dos dois grupos é provada.
Repentinamente,
à meia-noite - à hora mais escura da história terrestre - eles
ouvem um clamor: "Eis o Noivo! Saí ao seu encontro"
(Mateus 25:6). Agora torna-se evidente a diferença entre os dois
grupos: algumas pessoas não estão preparadas para encontrar o
Noivo. Estas virgens "néscias" não são hipócritas;
elas respeitam a verdade, a Palavra de Deus. Entretanto, não
possuem o óleo - não foram selados pelo Espírito Santo
(Apocalipse 7:1 a 3). Esses cristãos se satisfizeram com um
trabalho superficial e não se firmaram sobre a Rocha, Cristo Jesus.
Eles possuem uma forma de piedade mas estão destituídos do poder
de Deus. Ao
chegar o Noivo, somente aqueles que estão prontos entram com Ele no
salão da festa para celebrar o casamento, e então a porta se
fecha. Depois de algum tempo as virgens néscias, que foram comprar
mais óleo, retornam e clamam: "Senhor, Senhor, abre-nos a
porta!" Mas o Noivo responde: "Em verdade vos digo que não
vos conheço" (Mateus 25:11 e 12). Quão triste é pensar que
ao retornar Jesus à Terra, pronunciará essas mesmas palavras a
alguns que Ele ama. Ele advertiu:
-
"Muitos
naquele dia hão de dizer-Me: 'Senhor! Porventura não temos nós
profetizados em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios,
e em Teu nome não fizemos muitos milagres?' Então lhes direi
explicitamente: 'Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que
praticais a iniqüidade.'" (Mateus 7:22 e 23).
Antes
do dilúvio, Deus enviou Noé para alertar o mundo antediluviano da
vindoura destruição. De modo similar, Deus está enviando a tríplice
mensagem de advertência a fim de preparar o mundo para o
retorno de Cristo (Apocalipse 14:6 a 16). Todos os que aceitam a
mensagem de misericórdia de Deus regozijar-se-ão diante da
perspectiva da Segunda Vinda. Pertence-lhes a certeza:
"Bem-aventurados
aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro"
(Apocalipse 19:9). De fato, "Cristo... aparecerá segunda vez,
sem pecado, aos que O aguardam para a salvação" (Hebreus
9:28). O retorno do Redentor representa o glorioso clímax da história
do povo de Deus. É o momento de sua libertação, de modo que,
cheios de alegria e senso de adoração eles exclamam: "Eis que
este é o nosso Deus, em que esperávamos... Na Sua salvação
exultaremos e nos alegraremos." (Isaías 25:9).
Nisto
Cremos, CPB, 4.ª
ed.,1997, págs.408; 432.
Fonte:
www.jupiter.com/iasd


© Copyright
2001 Rudson website - Todos os direitos reservados
|